pac-cidades-historicas-preve-40-obras-na-bahiaA segunda fase do PAC das Cidades Históricas, iniciada em 2013, prevê um investimento de R$ 1,3 bilhão em 44 cidades brasileiras. Na Bahia, 40 obras estão previstas. Dessas, duas foram entregues ontem e outras quatro estão na fase de construção, todas na capital. De acordo com o coordenador do PAC na Bahia, Mário Vitor Bastos, a próxima obra a ser entregue, no início do próximo ano, é o Memorial do Frontispício, que vai abrigar o Museu da Cidade. O edifício, anexo ao Plano Inclinado Gonçalves, está 64% concluído. Além dele, há ainda a restauração da Catedral Basílica, com percentual de conclusão de 81%; a Igreja do Passo, 60%; e os casarões vizinhos à Igreja da Conceição da Praia, 22%. Os dados são de outubro. “São 23 ações planejadas em Salvador. Então, é algo que, se bem executado, vai mudar a realidade do Centro Histórico”, afirma Bastos.
Segundo o coordenador, as obras nas outras cidades baianas previstas no PAC devem começar no próximo ano. “Nossa expectativa agora é já começar as obras no interior, em 2017. Estamos na fase preliminar de projetos”, conta Bastos, que destacou a recuperação da orla do Rio Subaé e do mercado e feira de Santo Amaro, além da Praça do Mercado e orla de Itaparica. Maragogipe também foi contemplada.
O diretor nacional do PAC Cidades Históricas, Robson Almeida, ressalta o aspecto urbanístico das obras, principalmente no interior. “Recuperação de patrimônio não precisa ser apenas pontual, em um local específico. Ela pode ser urbana, em espaços públicos que atendam a população”. Já a presidente do Iphan, Kátia Bogéa, informou que o governo federal está tentando garantir recursos para o programa. “No orçamento encaminhado ao Congresso, o presidente (da República) colocou R$ 200 milhões para o Cidades Históricas, o que garante que as obras em andamento não serão paralisadas”, informou. (Fonte: Correio)